Instituto Dom Phillips
"Permita-se encantar com nosso Instituto"
Dom e Bruno, presentes!!
Sobre o Instituto
Nosso primeiro projeto leva o nome da última legenda de foto usada por Dom em suas redes sociais e tem como objetivo promover um movimento educativo sobre a Amazônia, orientado pelo protagonismo de seus povos, inspirando reconexão e co-responsabilidade com a natureza da qual somos parte. Para isso, reuniremos conteúdos sobre a Amazônia, para a Amazônia, com Amazônidas e compartilharemos em uma plataforma digital acessível de amplo alcance.
A vida e luta de Dom Phillips
Amazônia: Jornada de descoberta
Em 2018, Dom conhece Bruno em expedição ao Vale do Javari – que abriga uma das maiores concentrações de indígenas isolados do mundo. Na reportagem que surge dessa viagem, Dom deixa claro sua paixão pela floresta, como quando descreve meninos indígenas que haviam batido “em uma colmeia para afugentar as abelhas” e depois compartilhavam “seu favo de mel vermelho-ferrugem, pingando mel doce e selvagem”. Para ele, o encantamento era a chave para
Durante suas inúmeras viagens à Amazônia, Dom percebeu que os povos da floresta e os profissionais que atuavam para mantê-la protegida deveriam ter seu importante conhecimento divulgado para o mundo. Pensando nisso, começou a escrever em 2020, o livro “How to save the Amazon: Ask the people who know”” (em tradução livre, “Como salvar a Amazônia: pergunte a quem sabe”), motivo que o levou ao Vale do Javari em junho de 2022 a fim de entrevistar indígenas sobre suas medidas de proteção contra invasores e também comunidades ribeirinhas e de pescadores.
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| Comunidade Ashaninka no Acre |
Dom e Bruno estavam trabalhando quando foram assassinados, eram profissionais determinados e entenderam que, mesmo atuando em áreas diferentes, era muito importante unir forças pelo objetivo maior de proteger a floresta e todos que nela vivem.
É como se tivessem mexido diretamente com a gente, porque ele estava representando a nossa causa, a nossa história. Ele passou a ser família.
Francisco Piyãko, líder da comunidade Ashaninka, no Acre – um dos últimos locais de visita de Dom Phillips – em entrevista à BBC.
É como se tivessem mexido diretamente com a gente, porque ele estava representando a nossa causa, a nossa história. Ele passou a ser família.
Francisco Piyãko, líder da comunidade Ashaninka, no Acre – um dos últimos locais de visita de Dom Phillips – em entrevista à BBC.




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